Ontem termine de ler um livro excelente chamado “‘Mentes perigosas” De Ana Beatriz Barbosa Silva
Esse livro relata fatos e histórias de pessoas e vitimas de psicopatas, a gente resiste a acreditar na presença do mal em vários fatores. E, no entanto, a incapacidade de ter empatia pelo outro revela claramente que elas não são como a gente: Psicopata não tem semelhante. Ele nem sabe o que é isso.
Nele a autora conta uma fábula muito interessante
O escorpião aproximou-se do sapo que estava á beira do rio. Como não sabia nadar, pediu carona para chegar á outra margem.
Desconfiado, o sapo respondeu: “Ora, escorpião, só se eu fosse tolo demais! Você é traiçoeiro, vai me picar, soltar o seu veneno e eu vou morrer.”
Mesmo assim o escorpião insistiu, com argumento lógico de que picasse o sapo ambos morreriam. Com promessas de que poderia ficar tranqüilo, o sapo cedeu, acomodou o escorpião em suas costas e começou a nadar.
Ao fim da travessia, o escorpião cravou o seu ferrão mortal no sapo e saltou ileso em terra firme.
Atingido pelo veneno e já começando a afundar, o sapo desesperado quis saber o porquê de tamanha crueldade. E o escorpião respondeu friamente:
_ Porque essa é minha natureza!
Bem moral da historia é que muitas pessoas usam de suas armas para persuadir as pessoas de que são boazinhas e indefesas.
Mas muitas delas também de fazem de vitimas para atacar.
Ser consciente não é um estado momentâneo. Ser consciente refere-se a nossa maneira de existir no mundo. Está relacionado á forma como conduzimos nossas vidas e, especialmente, as ligações emocionais que estabelecemos com as pessoas e as coisas no nosso dia a dia. Ser dotado de consciência é ser capaz de amar!
Entendi que, a consciência não é um comportamento em si, nem mesmo é algo que possamos fazer ou pensar. A consciência é algo que sentimos.
Seria um senso de responsabilidade e generosidade baseado em vínculos emocionais, de extrema nobreza, com outras criaturas (animais, seres humanos)
Muitos tentam fingir de bonzinhos, alegando que querem mudar o mundo. Não devemos cair nessa, pois só a consciência genuína é capaz de mudar o mundo para melhor.
Nesse livro a autora relata vários casos inclusive de grande repercussão
Casos como o de Suzane Richthofen e muitos outros que ficaram escondidos perante a sociedade.
Aconselho este livro. Porém devemos usar esse livro como um manual de sobrevivência perante esse tipo de pessoas maldosas e sem um mínimo de bom senso ou respeito.
A piedade e a generosidade das pessoas boas podem se transformar em uma folha de papel em branco assinada nas mãos de um psicopata. Quando sentimos pena estamos vulneráveis emocionalmente, e é essa a maior arma que os psicopatas podem usar contra nós.
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